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Florence Welch: “Pintei o cabelo, descolorei as sobrancelhas, tentei criar um escudo”

Em entrevista à BLITZ, a cantora britânica, que em abril regressa a Portugal, fala sobre algumas das suas paixões - e inseguranças

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Florence Welch é uma das entrevistadas da BLITZ de abril, já nas bancas (capa: Bruce Springsteen).

A poucas semanas do regresso a Portugal (atua na Meo Arena, em Lisboa, a 18 de abril), a artista inglesa fala sobre algumas das suas paixões, como a pintura de Frida Kahlo ou as canções dos norte-americanos The National, e também de algumas inseguranças.

Leia aqui parte da sua entrevista.

Fazemos esta entrevista no Dia Internacional da Mulher. Na sua perspetiva, qual o maior desafio que as mulheres enfrentam no século XXI?
É engraçado… (pausa) Pessoalmente, penso que demorei algum tempo a saber estar na vida pública. Sem medo de ser eu mesma, sem medo de ser vulnerável. Não sei, contudo, se é um problema geral; penso que será específico da minha pessoa. Quando fiquei famosa, sentia-me muito exposta, e tinha muito medo, então criei [defesas]. O cabelo ficou mais ruivo, descolorei as sobrancelhas, e tentei criar ali um escudo. E isso foi ótimo para mim, porque me permitiu sentir segura e aparecer na vida pública. E neste último disco [How Big, How Blue, How Beautiful], penso que boa parte do processo passou por saber estar, enquanto mulher, na vida pública – de forma honesta, no que toca àquilo que sou. Queria ser, apenas. Não sei se é um problema das mulheres; penso que é um problema no geral. Sentirmo-nos bem quando estamos simplesmente a ser nós mesmos, sem para tal precisarmos de validação externa.

Para ler a entrevista na íntegra, consulte a BLITZ 118, já nas bancas.

A capa da BLITZ de abril, já bancas, com um CD grátis

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