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Linda Martini

Rita Carmo

Linda Martini: “O público adapta-se. Uns gostam, outros não. Aparecem uns, desaparecem outros”

Banda edita Sirumba, o novo álbum, na próxima sexta-feira e toca no Coliseu de Lisboa no dia seguinte. Leia um excerto da entrevista à BLITZ

Os Linda Martini editam Sirumba, o novo álbum, na próxima sexta-feira e apresentam-no no dia seguinte no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, onde tocam pela primeira vez. Em entrevista à BLITZ de abril, já nas bancas, o quarteto fala sobre o novo disco, sobre o primeiro Coliseu e também sobre a eventualidade de um dia, no futuro, ficar sem música para dar aos fãs.

"Punha as mãos no fogo para dizer que a música nunca vai morrer individualmente em cada um de nós. Quanto mais não seja do ponto de vista do ouvinte. Mas os anos vão passando e nós cá estamos juntos, portanto é dar graças", começa por dizer o baterista, Hélio Morais.

Depois de assumir "eu percebo essa pergunta. Já pensei nisso algumas vezes, claro", a baixista Cláudia Guerreiro acrescenta: "era bom que não acontecesse, gostava de continuar sempre a fazer música e a divertir-me com isso".

"Mas as perspetivas são muito diferentes, enquanto ouvinte e enquanto músico", continua, "enquanto ouvinte, podes perder o interesse naquilo, mas desde que o artista continue a fazer o que quer, isso é que interessa. O público adapta-se. Uns gostam, outros não gostam. Aparecem uns, desaparecem outros"

Leia a entrevista aos Linda Martini na íntegra na BLITZ de abril, já nas bancas.