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O dia em que Keith Richards quis esfaquear Donald Trump

Caso aconteceu há quase 30 anos, durante a digressão em torno de Steel Wheels, álbum dos Rolling Stones

Se Keith Richards tivesse esfaqueado Donald Trump há quase 30 anos, como seria hoje a política dos Estados Unidos?

É a pergunta que fica no ar após ler o relato de Michael Cohl, tour manager dos Rolling Stones durante a sua digressão de 1989, em torno de Steel Wheels, álbum que a banda britânica editou nesse mesmo ano.

Segundo Cohl, tudo se passou no último concerto da digressão que a banda deu em território norte-americano, em Atlantic City. Concerto esse que era patrocinado pelo hoje candidato à presidência, Donald Trump.

Apesar disso, havia um ardil: Trump não poderia envolver-se em questões de produção, nem poderia sequer assistir ao concerto. Uma regra que o empresário quebrou quando, a dada altura, convoca uma conferência de imprensa na sala destinada à banda.

Após tentativas infrutíferas para que Trump abandonasse as instalações, foi Keith Richards quem "salvou" a situação: reza a história que o guitarrista dos Stones puxou de uma faca, colocando-a em cima da mesa e dizendo algo como "ou ele, ou nós".

O momento de tensão só se dissipou quando Trump abandonou a sala, acompanhado pelos seus seguranças - que já se encontravam preparados para qualquer eventualidade mais violenta, não obstante o chefe de segurança dos Stones ter juntado 40 membros da sua equipa, armados com ferros, tacos de hóquei e chaves de fendas...