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Grammys: Quem se apagou

É uma noite de celebração. Mas também sucederam momentos menos gloriosos. E outros que nem sequer aconteceram

A noite é de festa e de celebração mas na gala da 58ª edição dos Grammys também aconteceram alguns imprevistos.

O mais notório foi aquele que prejudicou a prestação de Adele. Mas também Rihanna ou Lauryn Hill tiveram os seus momentos menos felizes.

Adele é a menina bonita da indústria da música. Em tempo de vacas magras, ela bateu todos os recordes no final do ano passado com o álbum "25". As atenções, apesar de não estar nomeada em nenhuma categoria, pois apenas são aceites discos editados antes de outubro, estavam viradas para ela.

Adele não estava noemada mas, tal como previsto, atuou. Acompanhada unicamente ao piano, como seria de esperar, interpretou "All I Ask", do seu último álbum. Porém, a sua prestação ficou manchada pelo técnico de som que durante a primeira parte do tema baixou o som a níveis inaudíveis para mais tarde o fazer subir indescritivelmente.

A cantora britânica recuperou no entanto das malfeitorias que o técnico de som lhe aprontou para arrancar para uma memorável interpretação.

Quem não compareceu por motivo de doença foi Rihanna. A cantora dos Barbados fazia parte da lista dos artistas que iriam atuar mas após os ensaios decidiu não o fazer. Alegou bronquite e o conselho do médico para não ter atuado.

Também Lauryn Hill, que surgia no último alinhamento do espectáculo como uma das artistas convidadas a cantar, renunciou à sua prestação. Nesse caso não existiu qualquer motivo de força maior. Apenas a vontade de não o fazer. "Nunca tinha confirmado que atuava", disse.