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“Vamos levar o EDP Live Bands para o Brasil”, diz Paulo Campos Costa

Paulo Campos Costa, diretor de coordenação global de Marca, Marketing e Comunicação da EDP, falou ontem à BLITZ sobre a presença da marca no Rock in Rio Lisboa

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Após a conferência de imprensa do EDP Rock Street, ontem em Lisboa, a BLITZ falou com Paulo Campos Costa, diretor de coordenação global de Marca, Marketing e Comunicação da EDP, sobre a presença da marca no Rock in Rio Lisboa 2016.

Este ano, o conceito obedecerá ao mote "Heart Beats": uma abordagem emocional, portanto, mas também energética. "Vamos tentar apelar à boa energia que os portugueses têm, através de pequenas ações", explicou Paulo Campos Costa.

Sem desvendar em concreto o tipo de ações que a EDP terá no terreno, o responsável foi adiantando que "serão ativações que, à semelhança do que tivemos nas outras edições, são sustentáveis em si mesmas. O nosso stand tem esse conceito que eu gosto de reforçar: não construímos algo para o Rock in Rio, construímo-lo para a nossa presença na música", explica, destacando a "consistência" e a originalidade que a marca procura ter. "Quando chegam, as pessoas têm surpresas".

"O feedback da nossa presença nos festivais tem sido muito positivo, porque temos tentado ocupar as áreas em que não havia ninguém", garante. "As coisas têm de ser feitas passo a passo, têm de ser cimentadas", sublinha, destacando a importância de estabelecer parcerias de qualidade.

Quanto à dificuldade de ser original num mercado - a música ao vivo - onde tantas marcas estão representadas, Paulo Campos Costa revela um dos trunfos da EDP: "Por exemplo, as EDP Live Bands, que lançámos na semana passada, foi original em Portugal. E quando vamos para o Brasil - estamos a falar de quase 300 milhões de pessoas e de um país onde há tudo -, também não há lá nenhum concurso com estas características".

No Brasil, tal como fez em Portugal, a EDP vai apresentar o concurso EDP Live Bands, igualmente em parceria com a editora Sony Music. "As bandas [vencedoras] também vão gravar o álbum, depois virão tocar a dois festivais na Europa... este é um modelo que não existia", diz, destacando o papel dos especialistas em música, como os representantes da Sony Music, em escolher os melhores concorrentes para depois apostarem no seu projeto.

Quanto ao cartaz deste ano, Paulo Campos Costa diz gostar de Bruce Springsteen ("Vi-o há dois anos, quando fez aquela aparição em palco com os Rolling Stones e quando o Mick Jagger pôs na cabeça o chapéu da EDP que alguém lhe atirou!"), mas alerta que a programação ainda não está fechada.

A EDP está também a promover, no seu site, um passatempo com oferta de 750 bilhetes duplos para o Rock in Rio.