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Bom dia! Hoje vou fazer aqui um repto ao pessoal derivado a afirmação que tomei conhecimento neste fim-de-semana, quando em um dos meus momentos de lazer com os amigos no café, desfolhei uma revista (Vidas) que serve de suplemento de um jornal já conhecido entre todos nós, o Correio da Manha.
Esta revista, por muito lixo que publica naquelas páginas, tem sempre espaço para algumas novidades de música, cinema e gadgets, que são as únicas páginas que as vezes perdem o meu tempo de leitura. Mas esta semana, deram destaque a uma banda que muitos de nós conhecemos no meio do heavy metal tradicional, os Manowar.
Como já sabido, os Manowar este ano voltaram a carregar baterias e reeditam o seu primeiro álbum "
Battle Hymns"
como celebração dos 30 anos de carreira da banda. E para tal, já tem uma data para visitar o nosso país no dia 2 de Abril, para mais um espectáculo para rebentar com os nossos tímpanos, como é de costume nos seus concertos.
Pessoalmente, eu já vi esta banda 3 vezes ao vivo, ficando desiludido na 2 vez que os vi pelo facto de ter sido em Cascais, no antigo Dramatico, em que o barulho era tanto que por muito que o espectáculo fosse algo
Love to Rock, Drink and Fuck
. Mas sei que passei uns dias muito mal por ter sido muito barulhento e sem êxito. Mas claro, isto sou eu a falar. Mas gosto muito de Manowar, faz parte da minha escola do heavy metal.
Voltando a entrevista mencionado no inicio da minha conversa, o que me espantou mais durante a conversa que foi realizada com o baixista e mentor dos Manowar,
Joey DeMaio
, foi a afirmação que o próprio faz "
O metal mudou muito nestes trinta anos. E mudou para pior
"
Eu sei que estes senhores tem andado ausentes dentro do panorama musical, o que em certo aspecto tem sido positivo, pois assim dá lugar a novas descobertas, e o nome Manowar não cai no ridículo como muitas outras bandas tem o feito ao longo destes anos.
Eu só de acordo que muitas das vezes, o melhor para certos artistas é fazerem os seus anos sabáticos para que os próprios fãs comecem a perguntar por eles e saber o que estão a fazer, já que durante este novo século, só editaram um álbum de originais, o resto tem sido compilações atrás de compilações.
Mas a pergunta que faço aqui a família blitziana é o que acham desta afirmação que este senhor fez... Será que tem razão?
Para verem a entrevista: http://www.vidas.xl.pt/noticia.aspx?channelid=B084AE37-6177-48AB-AEDA-956F51C029B5&contentid=1D030E26-6926-4F3A-936F-835CD3D692E7
Abraço
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That guy's a jackass.
Desafio-te a fazer alguma coisa que chegue perto da Hearts Alive ou da Last Baron dos Mastodon.
Oh espera, estás demasiado ocupado a fazer a mesma merda há 30 anos e a cantar sobre fadas que te enrabam. (peço desculpa pela imparcialidade, mas eu DETESTO power metal e afins)
Dentro do Death consigo arranjar umas 20 bandas que são diferentes umas das outras, Arch Enemy, Carcass, Opeth, Napalm Death e Amorphis por exemplo, qualquer pessoa com bom ouvido ve que entre estas 5 bandas as suas musicas são completamente diferentes do que as outras bandas fazem e no Black Metal é a mesma coisa, Burzum, Enslaved, Immortal e Agalloch tem sonoridade completamente diferente.
O metal evoluído, mudou, pode não agradar a todos mas é vida, ainda me lembro há uns meses atrás um user cujo nick era AC/DC disse-me que estas bandas de agora não são "metal verdadeiro" e que preferia que todas as bandas tocassem heavy metal, ou seja, iríamos ter milhares de bandas a tocar todas o mesmo estilo, nos anos 80 ainda ouve originalidade vindo dos Iron Maiden com o Powerslave e o Somewhere in Time mas no final da década todas as bandas começaram a perder originalidade, ou seja, se nos anos 90 não aparecesse o Death e o Black Metal a meia da década de 90 todas as bandas do mundo estariam a tocar heavy metal e a copiarem-se umas ás outras, iria ser de facto algo de muito bom.
E outra coisa que o user MetalSkulls disse aqui neste artigo: "O metal era feito somente pelo amor incondicional á respectiva musica, hoje infelizmente também há muitos que o fazem porque é "badass" e porque é "fixe", como um total desespero por atenção, e isso para mim é merda!" apenas digo para as pessoas que apoiam isto que vão ouvir Opeth e Orphaned Land por exemplo, duas bandas que tem voz gutural mas que gostam de manter tradições, o Mikael Åkerfeldt, lider dos Opeth é um enorme fã de Prog Rock e da banda Camel e tanto a sua maneira de tocar e compor ve-se o amor que ele sente pela era dourada do Rock Progressivo em que bandas como Pink Floyd, Genesis e Yes eram senhores do mundo, e no que toca aos Orphaned Land ve-se o quão gostam da sua terra natal, Israel ao ouvirmos nas suas musicas a banda a usar instrumentos tradicionais dando-lhes um toque enorme de originalidade.
E quanto ao ser "badass", então as fotos dos Manowar todos pelados e a fazerem pose de guerreiros, e os Judas Priest e o seu cabedal todo e os Metallica com o ar de rebeldes não é a mesma coisa?
antigamente o metal era original, era pesado, melodioso, versátil e era admirado pelo virtuosismo e habilidade dos músicos que o tocavam, hoje em dia todas estas bandas de metal novas soam todas igual, soam todas pesadas e parece mais uma competição para ver quem é o mais extremo.
estamos a falar do metal o estilo de musica mais ramificado que há e com um sem fim de vertentes, e estas bandas novas (bastante notório no underground português) soam todas parecidas, voz gutural, blast beat, guitarras com as afinações bue graves.
não vejo criatividade nem originalidade e penso que essa vertente caiu em banalidade.
Vamos a um festival de metal em Portugal e podemos confirmar isso, em 20 bandas, 15 correspondem a esta descrição e 5 serão uma breve lufada de ar fresco.
Tem que haver mais diversificação e originalidade.
O metal era feito somente pelo amor incondicional á respectiva musica, hoje infelizmente também há muitos que o fazem porque é "badass" e porque é "fixe", como um total desespero por atenção, e isso para mim é merda!
Podem discordar mas esta é a minha opinião.
Eu já várias vezes o afirmei aqui, e, para responder á tua pergunta, volto a fazê-lo,mesmo correndo o risco de entrar na galeria sempre pouco edificante dos velhos-do-restelo.
Evoluiu para pior, concerteza que sim.Não me vou alongar em explicações filosóficas, até porque não tenho muito tempo.Mas hoje em dia o Metal que se faz por aí nada tem a ver com o que se fazia há 30 anos atrás.É claro que eu compreendo perfeitamente que um jovem hoje com 14/15 ou mesmo 20 anos não se identifique com esta afirmação.
Eu com essa idade ouvia Maiden,Saxon,Wasp,etc, e passava pouco cartão áquilo que se fez nas gerações anteriores.Só o passar dos anos me levou a ir espreitar as bandas que deram inicio ao processo, na década de 60, única década,aliás, que, na minha modestíssima opinião,poderá concorrer com a de 80 num eventual título de "melhor década musical da história da música".
Dito isto, diria que concordo com Di Maio,embora os Manowar representem, para mim, tudo aquilo em que uma banda de Heavy Metal dos 80 não se deveria tornar.Canastrões até á quinta casa, sem um pingo de imaginação ou creatividade desde há séculos, reis dos clichés, personificação do espírito feio, porco e mau, com que muitas vezes se conotava o heavy metal.Epá, não há pachorra para isso.Aposto que no próximo concerto dos Manowar não vão faltar as belas latas de cerveja(espero que desta vez seja mesmo Portuguesa e não a S. Miguel....)que depois de sorvidas sofregamente e de esmagadas com as próprias mãos, serão enviadas para o público em delírio.A parte do arroto pode não ser perceptível por todos os presentes....
Epá, eles que são, ou foram,tão criticos do movimento glam ou air-metal doa 80(e isso encontra-se expresso em várias das suas letras) acabam por ser das bandas mais poser e que mais importância dá á imagem. Amigos, a música é mais do que isto.....
Desculpa lá a acidez do comentário.
Até tenho alguns álbuns dos cavalheiros e também vi esse inenarrável concerto no Dramático, que me serviu de emenda,diga-se.
Manowar?Não,obrigado!
Recebe daqui um abraço.
O Heavy Metal cresceu e em parte até se tornou "mainstream", logo "banalizou-se" e tornou-se mais num negócio do que era há trinta anos atrás. Contudo, também é verdade que o Metal nunca se aventurou tanto como agora e há bandas muito, mas muito criativas, mas lá está, só são conhecidas por meia dúzia.
Tal como já foi dito, é mais fácil encontrar bandas oitentistas parecidas umas ás outras do que agora.
Na altura era tudo muito parecido. Manowar, Iron Maiden, Deep Purple, Judas Priest, Helloween, WASP, Accept o que quiserem
Com o passar dos anos o Metal tem vindo a diversificar-se para uma infinidade de estilos.
E é como disse ali o user BassMan
Opeth, Gojira, Mastodon, Lamb of God, Amorphis, Orphaned Land. è tudo bandas de merda.
Porque o que é radical é posar em cuecas de pelo para uma camara e tocar o mais alto que se conseguir para nao se notar os erros.
Eu adoro Power Metal, mas este gajo é irritante.
Eu tenho o bilhete para manowar e não irei faltar ao meu primeiro concerto de Manowar!
Não é uma banda que me faça comprar discos, ou coisa parecida, porque não acho os seus discos de estúdio com qualidade suficiente comparados com os das minhas bandas preferidas (Maiden, metallica, megadeth, testament, deram theater, etc). Gosto bantante para aí de 20/30 músicas deles, e claro das suas versões em albuns ao vivo ou em DVD! Em albuns de estúdio, não me atrai nada a sua produção e aqueles temas de enchimento, aquelas tretas sinfónicas, etc Aliás os albuns dos 80, para mim deveriam ser todos regravados! lol E os 2 últimos de originais, deveriam ser fundidos e aproveitar só para aí uns 8 temas!
O que me faz ir a Lisboa no dia 2 de Abril, é a curiosidade de vêr um concerto de Manowar e comprovar a sua fama ao vivo e tentar recriar o power que sinto ao ver os seus DVDS ao vivo! Comprovar também que o Eric Adams tem um vozeirão do caralho! Assistir a solos de baixo, guitarra, bateria entediantes, não obrigado! Assistir também a discursos de treta sobre eles serem os Kings of Metal, não obrigado, farei "ouvidos moucos" a esse momento de puro azeite!
Ora bem e agora respondendo ao teu artigo, eu até compreendo o Joey, eu sinto algo parecido com a cena metálica da actualidade, porque para mim 95% das novas bandas não me dizem rigorosamente nada! O sludge é entediante, a voz gutural é entediante em 99% das vezes, bandas da actualidade com mais reconhecimento como Opeth, A7F e Mastodon e Lamb of God, já tive oportunidade de as ver ao vivo e daí consigo compreender a frase do Joey! Mas porque raio é que ele não critica a catrefada de bandas de heavy/power que soam também extremamente aborrecidas???? Vozes irritantes, melosas, riffs ripados ao quadrado, temáticas gastas, mais que gastas!!! Pois talvez será porque ele é dono de uma editora de Powermetal!! lol Sabias que ele era o manager dos Rhapsody e tentou controlar a banda! Este gajo que venha cá tocar baixo e mais nada,, solos não obrigado e discursos também não obrigado!
A cena metálica actual, para mim vai se safando com albuns como Endgame, Obsidian Conspiracy, Exhibit B, etc O Problema vai ser quando estas bandas se reformarem, não vejo bandas capazes de me fazer deslocar de Ovar até Lisboa para ver um concerto a não ser as bandas do costume! sendo assim até percebo a afirmação do Joey!
abc
Ehehehe, eu já tenho o bilhete para dia 02, só espero é não me desiludir ( mas também já vou preparado para o que for ) !
acho que tambem começou a ficar mais complexo o metal em si.
ja ouço musica, metal em particular, a um porradao de anos e houve uma altura em pensava isto mesmo. nao suportava vozes diferentes, disturçoes extremas, ritmos alucinantes, epa tudo o que fugia ao que estava habituado. quando dei por mim ''farto'' do mesmo, procurei outros sons e agora acho o metal actual tao bom ou melhor do que nos anos dourados dos 80s. acho que se passa em qualquer estilo de musica, da electronica, pop, rock, tudo evolui nao obrigatoriamente para pior. nos EUA para pior foram mesmo os Manowar, apareceram, cresceram e pararam no tempo, o que elas fazem e que ja nao se usa em lado nenhum. ja os vi em Cascais no mitico concerto San Miguel e delirei com aquilo, mas ir ver o mesmo passados 20 anos? se o metal de hoje nao e tao virtuoso, tambem acho, mas ha bandas com musicos muito bons, talvez os melhores andem em bandas muito subvalorizadas comparando com as da moda. dou exemplo do baterista dos Lamb of God, Chris Adler, tao bom como o Dave Lombardo, coisa que pensei nunca vir a ser possivel a uns anitos. mas claro e so uma opiniao.
abraço