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Ainda não tinha tido oportunidade de os apanhar ao vivo. Foi muito bom vê-los na Noite Ritual.
Dentro da forma como gosto de fado, A Naifa é o único projecto de música portuguesa que consegue capturar a alma do que para mim é fado e transfigurá-la para um formato pop-rock, sem banalizar minimamente as canções ou o estilo.
Mitó Mendes dá às canções a voz necessária que elas pedem, para o meu gosto, sem exageros nem projecções de voz desnecessários. Gosto mesmo de ouvir a forma como constroem o remate das canções.
Além de que fazem excelentemente uma versão de uma canção dos três tristes tigres, Subida aos Céus. Bem como outra, igualmente excelente, da Desfolhada de Simone de Oliveira.
Um concerto de Excelência.
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A Naifa é uma coisa e as cópias do fado são outras. Temos o Camané (a nova Amália, sem dúvida) e depois temos as outras, mais e menos consagradas, como Mariza, Ana Moura, Carminho, mas sinceramente, ninguém «estragou» melhor o Fado que A Naifa. Em boa verdade, é preciso recuar muito no tempo para encontrar paralelo, mas receio que apenas um punhado de maduros se recorde do Paulo Bragança:D
Eu avisei-te que a versão dos 3TT era do caralho ;)