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O trio punk russo Pussy Riot foi hoje considerado culpado de hooliganismo motivado por ódio religioso. As sentenças de Maria Alyokhina, Nadezhda Tolokonnikova e Yekaterina Samutsevich foram agora divulgadas:
dois anos de trabalhos forçados na prisão, avança o jornal britânico The Guardian
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Fora do tribunal, concentraram-se centenas de pessoas a protestar contra o veredicto e a manifestar-se contra o presidente Vladimir Putin, que culpam por toda esta situação.A juíza Marina Syrova defende que o trio "planeou cuidadosamente" a manifestação dentro de uma catedral ortodoxa de Moscovo, a 21 de fevereiro passado, e que as suas ações "minaram de forma cruel a ordem social".
Recorde-se que os três elementos da banda russa defendem que a sua "oração punk" foi simplesmente um ato político de protesto contra o apoio que o líder da igreja ortodoxa russa, Kirill, deu ao presidente Vladimir Putin.
Maria, Nadezhda e Yekaterina já pediram perdão aos fiéis da igreja ortodoxa que as perdoassem, continuando no entanto a defender que a Rússia pouco evoluiu nos 12 anos em que Putin esteve no poder. Nadezhda, em entrevista a um jornal russo, disse que nunca pediria perdão ao presidente russo: "Em vez disso, ele que me peça perdão a mim e a ti".
O apoio às Pussy Riot tem chegado pela voz de muitos artistas: Madonna exigiu a libertação do trio durante os concertos que deu na Rússia e Peaches juntou uma série de amigos (entre eles, Lykke Li, Jake Shears e Peter Bjorn & John) para exigir o mesmo num vídeo que pode ser visto abaixo.
Foto:
Getty Images
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