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O Diário Económico noticia hoje que Álvaro Covões, o homem forte da promotora Everything is New, faz parte do consórcio de António Cunha Vaz para comprar o Pavilhão Atlântico.
Desta sociedade, segundo o Diário Económico, consta ainda a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) e uma outra empresa que ficará responsável pela gestão das feiras no Atlântico, caso a compra se concretize.
Luís Montez, diretor da promotora Música no Coração, concorrente da Everything Is New, integra outro dos consórcios interessados na compra do Pavilhão Atlântico.
A AEG Internacional também está na corrida, ao passo que a Live Nation desistiu da compra, que poderia ser feita em parceria com a portuguesa Ritmos & Blues.
De acordo com o Diário Económico, todos os interessados tiveram de apresentar um caderno de encargos para a gestão do espaço, comprometendo-se a manter a finalidade do recinto ("grandes espetáculos e eventos de interesse público") e apresentando garantias bancárias no valor de um milhão de euros e provas de capacidade para financiar a operação.
O valor contabilístico do Pavilhão Atlântico é de oito milhões de euros, faturando o recinto cerca de sete milhões de euros ao ano, pelo que a transação deva valer entre dez e 15 milhões de euros, adianta o Diário Económico.
As conversações com as partes interessadas na compra do Pavilhão Atlântico ainda não se iniciaram, conclui a mesma notícia.
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