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Rob Flynn sempre foi uma sombra no panorama do metal universal. Uma sombra que no meio de tantos discos editados com o nome Machine Head
só três discos ficarão na minha colecção como os únicos discos em que o Rob foi genial, "
Burn my eyes
", "
Supercharged
" e "
The Blackening
". Pois todos os outros discos são simplesmente só para marcar presença em como os Machine Head
também sabem fazer música que os outros fazem nos piores dias deles, como se aqueles riffs não servissem para nenhum álbum de
Metallica
,
Slayer
,
Anthrax
,
Sepultura
,
Pantera
...
Resumindo, o Rob Flynn sempre sonhou ser um rockstar e como nasceu com o cú virado para a lua e nunca teve que trabalhar para tal, pois é um menino de uma família rica... julga-se ser bastante original mas vai sempre atrás de modas que se fazem no momento e por sua força quer entrar na história do metal. Sei que tenho na minha memória grandes concertos dos Machine Head
, mas ao vivo são uma coisa, agora falar de discos é outra...
E este álbum não foge muito do raciocínio que tive no primeiro e segundo parágrafo, o álbum "
Unto the Locust
" começa com "I Am Hell
" em que convida os fãs a querem entrar novamente no panorama que a banda criou no "
The Blackening
" começa a criar água na boca com "Be Still and Know
" mas depois começa a descer de interesse como se eles próprios tivessem em queda livre para um abismo. "Locust
" já era velha conhecida, já tinha tantas barbas que nem me lembrava que era uma música nova, pois os "gigantes" riffs imortais made in nu-metal assombram a partir desta música. "This Is The End
" e "Darkness Within
" podiam estar melhor no "
Burning Red
" no que neste álbum. A mania destes gajos quando não tem ideias enervam - me pois não era necessário CAGAR ALBUNS só porque o nome da banda vende. Pois ouve-se riffs roubados que até me enervam... Diga-me PORQUÊ!!!!! Continuando... "Pearls Before The Swine
" e "Who We Are
" são daquelas músicas que se nota que foi esquecida entre "
Though the Ashes..."
e "
The Blackening
" e então foram melhoradas colocando a ideia que foram feitas naquele momento... Já que o Rob nem teve muito tempo de volta do álbum, pois a produção foi um pouco do sucesso do álbum anterior e pronto vamos lá fazer uma tour com este álbum...
Mas depois vem a parte dos Machine Head
de que eu gosto mais e que eles para mim ganham pontos ... as covers. "The Sentinel
" dos
Judas Priest
e "Witch Hunt
" dos
Rush
estão muito boas. Eu até pedia era um álbum só de covers se calhar até ficava bem na discografia deles... Mas... (...)
(...) As vezes questiono-me porque perco o meu tempo a ouvir coisas que sei que vou ficar desiludido...
Este álbum não tem chama nenhuma, nem ponta que se pegue para me fazer esperar ansiosamente pelo dia que eu iria ouvir com atenção, 2011 tem sido um ano só de presenças assíduas com nada de novo a acrescentar, pelo menos nos nomes maiores do metal, claro que tem existido coisas boas e interessantes, mas Machine Head
não obrigado... eu ainda estava com algum receio de os ir ver ao vivo, mas com álbuns destes mais vale gastar dinheiro em outra coisa.
(5/10)
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Eu adorei o album! Deles gosto do primeiro e through the ashes e blackening e agora este!
Como dizes muito bem este album não inova, mas como sempre fiz, ouvi o album, e a minha avalição é muito positiva, não acho minimamente aborrecido, são 7 temas com "personalidade" e dia 18 lá estarei!
MAior parte das review's sao positivas. mas gostos sao gostos.
essa de nascer com o cu virado pra lua tem muito que se lhe diga. é preciso ter mérito.
metal e ser reconhecido no meio nao é o Justin Beber!
alem de que os melhores cd's sao msm o burn my eyes ashes empires blackening e este.
supercharger e burning red foi para encher chouriços!
E vou estar no coliseu! Upa upa! MH \m/
Evidentemente,as nossas opiniões e aquilo que sentimos quando ouvimos determinada coisa, é algo que apenas nos assiste, mas a mnha visão em relação ao Robb Flynn e aos seus Machine Head é muito diferente.
Eu apanhei os Machine Head desde o ínicio e esperei meses até receber o meu «Burn My Eyes» que tive de encomendar. Sepultura e Pantera tinham sido para mim o supra-sumo do peso, mas a sua decadência estava à vista. Bastou ouvir a «Davidian» para ter a certeza que seriam os Machine head a carregarem a tocha. Acho que não me enganei.
De uma forma geral, acho que até foram bastante regulares. «The More Things Change» contiunuou um portento, «The Burning Red», em plena hecatombe Nu-Metal, nem esteve mal e talvez o «Supercharger» tenha acusado falta de inspiração...
Humm, essa do Rob ser menino Rico e ter nascido de rabo para o ar, não comento pois sinceramente não tenho bases ou conhecimento acerca disso, mas pelo que vi no documentário que consta no DVD «Elegies», a banda passou por um mau bocado após o «Supercharger», perdeu o contrato e foram inclusivamente obrigados a gravar um «hit» para mostrarem aos executivos, de forma a tentarem garantir a sua existência...
O regresso com «Trough the Ashes of Empires» não podia ter sido melhor, potente, épico e progressivo. «The Blackening» foi talvez o melhor disco de Metal dos últimos anos (so-ber-bo) e o novo «Unto the Locust», é certo que não lhe chega aos pés e funciona um pouco como uma colectânea da carreira da banda, com a diferença de se tratarem de originais.
Seja como for, está visto que eu adoro os Machine Head e no dia 18 lá estarei no Coliseu para o meu 3º concerto deles e para curtir como um louco \m/
Nao vou ao concerto no coliseu por diversos factores, o mes de Novembro está recheado, Amon Amarth ja foi e ainda vem ai Ulver (comprei hoje o ticket), Opeth e Amorphis, mas no que toca a MH ja nao ouço muito, tenho o Burn my eyes, o Trough the Ashes of Empires e o The Blackening mas ja nao sinto a pica que sentia por eles á uns anos como quando foi o concerto de 2008 no RiR, concerto esse que foi mitico, muito dificilmente eles vao conseguir voltar a repetir aquele concerto, foi perfeito do inicio ao fim, vi tambem em 09 e foi mais fraco mas deu pa entreter.
No que toca ao resto das bandas que vem com os MH queria ver DD mas o resto do cartaz mete medo, nem quero imaginar o ambiente estupido que vai estar por la com a carrada de pessoal mais jovem.
Cumps