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Então não é que se põem a ouvir coisas que não lembram a ninguém? Ele é Gaga para aqui e para acolá, que coitada de gaga não tem nada, ele é Beyoncé, que enfim não fosse o seu corpo não teria tanto sucesso, dizem eles e digo eu, mas que aquele corpinho é de fazer inveja lá isso é, ele é ouvir aqueloutro rapazinho novo de seu nome Justin Bieber, que mais parece nome de cerveja, se não é mesmo, que eu de línguas outras não entendo nada, nem percebo, que é o mesmo, mas enfim não se me dá para mais, enfim ele é ouvir um ror de coisas cuja qualidade deixa muito a desejar, assim dizem aqueles que de música percebem, ou entendem, já o disse, mas não é demais dizê-lo. Mas eu de música não percebo nada, e se aqui estou a falar-vos disto é porque assim o ouvi. E se acima vos pareço perceber muito, ou entender, é tudo aparência, que eu é que não percebo, ou não entendo, mesmo nada. Eu falo do que ouço, e o que ouço é que a juventude, coitada, não ouve música com qualidade. E estamos nesta ambivalência, não sabemos bem o que é bom e o que não é, pois que uns dizem aquelas e outras que tais, perdoe-se-me o Justin, coitado, que ele de menina não tem nada, embora o pareça, outros dizem outros. Estoutros, enfim, são bandas de rock, onde se incluem, dizem eles, muitos subgéneros, indie, folk, mas depois vamos a ver e há indie em tudo, folk nuns poucos, e quando se dá por ela não temos senão tudo rock, ou barulho, consoante os gostos, que isto de gostos, já o dizem há muito, não se discutem. Embora quer-me parecer que se deveriam discutir. Mas dizia, estamos nesta ambivalência, nesta questão muito importante para humanidade, qual seja, a de saber o que é boa música. Já não se trata, como antigamente, de saber o que é arte, mas de saber o que é boa música. A arte já não é discutida senão num círculo de pseudo-intelectuais com a mania das grandezas de pensamento. Não sou eu que o estou a dizer, ou enfim até estou, mas apenas reproduzo o que eles dizem. Prossigamos, esta grande questão, imbuída de uma carga simbólica importante, porque questão fundamental para o progresso civilizacional, deveria ser discutida seriamente a fim de se esclarecer melhormente, pois que a juventude necessita saber quanto antes o que é boa e má música, na medida em que a música é tão necessária para o seu desenvolvimento intelectual quanto a necessidade de saber-se matemática. E como esta enfim lhes não diz nada, convenhamos então que a música se lhes poderia ser profícua no seu desenvolvimento intelectual, que coitados por este andar da carruagem não teremos senão intelijumência neste mundo, que tanto tem sofrido, sobretudo agora que esta questão tão importante se não discerne. Então não é que uns defendem o metal, não o dinheiro, que esse será vil toda a vida, mas o metal, essoutro nome que se dá um desses subgéneros de música, que tem uns indivíduos a fazer muito barulhos com umas guitarras, ai quem é capaz de ouvir aquilo, eu não que se me dá cabo dos ouvidos, mas eles gostam, eu bem os vejo na TV a pular como pulgas, a empurrarem-se uns aos outros, vá-se lá saber porquê, quando uma dessas bandas, ou grupo, ou lá como se chama, o melhor mesmo era chamarem-lhes bando, que talvez fosse mais consentâneo com o que eles são, digo eu, que não sei muito, ou pouco sei, dizia, quando uma dessas bandas está a tocar no palco, e não é que eles defendem esta música?! Outros há que defendem outros e outros e outros mais, umas vezes diferentes daqueles, outros com umas nuances só, mas enfim no fim é tudo farinha do mesmo saco roto, dizem alguns, esses a quem esta música lhes não agrada. Mas cá para mim o que há apenas música, umas vezes boa, outras má, umas barulhentas, outras mais harmoniosas para os ouvidos, que cada um é um e portanto com gostos distintos. Mas para a juventude a necessidade de saber-se o que é com efeito boa música tornou-se-lhes uma questão tão importante, que não discuti-la tornou-se sinónimo de ignorância musical.
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Parece os filmes do David Lynch, complexo e sujeito a diferentes interpretações. Já vi o mulholland drive ( filme de Lynch) prai umas 10 vezes e não consigo percebe-lo, apesar de já ter visto as 10 pistas que o realizador deu para o perceber!!!! ( sim, existem pistas para perceber o filme dadas pelo próprio realizador).
Vamos lá ver se acerto na tua lol
Música é uma forma de arte, é definida como sendo a combinação entre sons e silêncios. Cada um tem os seus gostos, e sejam eles quais forem é musica. Tudo o resto que fizes-te satirizar a juventude actual que tem a mania de se acharem uns melhores que outros porque ouvem estilo A ou estilo B.
Ou é isto ou também preciso de pistas como nos filmes do Lynch loool
Para escreveres esta merda nem vale a pena teres conteúdo. Distrai do pretensiosismo.
Menor exercício de futilidade que isto é ler o chomskybot.
Deves conhecer muitas bandas de metal também.
http://www.youtube.com/wa...
o teu texto, se lhe tirarem os apartes fica com duas linhas.
seja como for, dou-te desde já os parabéns por seres das poucas pessoas que "conheço" que utiliza a palavra "imbuído" sem ser no natal
e pronto já toda a a gente sabes que o que há no mundo é tudo musica bonita e que nós os que ouvimos rock no geral (e metal no particular, pq vocês gostam todos muito de dar especial atenção a este estilo)(e agora até parecia tu a fazer apartes que não interessam para nada) é que fomos os maus!
portanto sabes que mais? isto foi OUTRA VEZ ARROZ com pardais (a parte final foi só para rimar, isto dos apartes pega-se mas eu prefiro por parêntesis em vez de correr tudo a virgulas, são opções)
Fica a questão. Eu, um simples jovem de 15 anos que pensa exactamente o oposto daquilo que está ali em cima mencionado, em que grande grupo me irei incluir?
para de mandar para a veia e vai criar postos de trabalho para nos tirar da crise
E estes otários que criticam a tua forma de escrever só podem estar sob efeito de algo. Escreves muito bem, parabéns.
Acredito que por vezes escrever de forma prosaica abona mais a favor de quem escreve porque quem lê percebe o que está a ler, o uso excessivo de vírgulas, por mais que queiram fazer com que seja uma característica inerente à personalidade de uma pessoa, deixou de o ser, é apenas um empecilho na leitura.
O que se quer actualmente são textos estruturados, bem pontuados, capitalizados e o resto é conversa.
Acho que é possível satirizar sem complicar. Outra coisa, excesso de sarcasmo e ironia, tudo o que é demais enjoa.
Concluindo, dei-me ao trabalho de ler o texto e sobre o tema que abordas tenho a dizer que a tua opinião é apenas mais uma no meio de muitas.
Para além de não se aproveitar nada do que dizes (a típica crítica do "o que eu ouço é que é bom, o resto é tudo merda"), ainda o fazes escrevendo tão mal que neste momento o Pessoa deve estar a dar cambalhotas na tumba à tua pala.
Mas do que realmente desgostei foi do preciosismo utilizado por si em todos os posts que li aqui, bem como no texto em si. Que se nota até no simples utilizar de algumas palavras mais caras em linguagem corrente.
Na conversação acho ridiculo e mete-me até um bocado de nojo. No texto faz só com que ninguem se relacione com as suas palavras. Li desta vez, nao tenho vontade de ler nunca mais ;)