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A Metaforfose da Ferramenta -
A Metaforfose da Ferramenta

Tool é uma das bandas que levaram às últimas consequências a fusão da arte com o rock. Embora suas longas composições não se encaixem no modelo pop imposto pelo mainstream, o grupo adquiriu admiradores por todo o mundo. Isto se deve em parte pelos videoclipes desenvolvidos pelo guitarrista Adam Jones, verdadeiros curta-metragens de altíssimo nível, também editados e produzidos pelo resto da banda.

A musica por si só, tem aberto bastantes horizontes que no inicio de tomar o gosto nao entendia, ou ate mesmo nao aceitava. No inicio o que pensamos é que vao ser sempre uns rebeldes a vida inteira e os outros que seguimos religiosamente é que sabem. Ao longo da vida fui descobrindo verdadeiros icons da musica mundial, pessoas que para além de entrarem nas nossas vidas transportam consigo muitas outras experiencias e sabedorias para além de serem musicos. Inicialmente as minhas referencias foram sempre as primeiras bandas que ouvia e entao eu achava sempre o maximo o que eles faziam com a musica. Falo claro de Freddy Mercury, Tommi Iommi, Jimmy Page, Axl Rose, Phil Collins, Peter Gabriel, James Hetfield, Mike Patton e ate mesmo Max Cavalera ... entre muitos outros.  Mas ao longo do tempo, começamos a fazer as nossas escolhas mais requintadas pelo facto de explorar mesmo a vida de um músico para além da musica. Eu tomei o gosto muito cedo pela literatura, e o que mais procuro são as biografias, ou mesmo livros escritos pelos próprios. Chega-se sempre a conhecer outras frentes dessas mesmas pessoas. Eu tornei-me um grande fã de Maynard James Keenan, o vocalista dos Tool.

Tool foi uma descoberta msm nos meados/fins dos verdadeiros anos loucos 90. Mais uma vez a televisao foi o cartao de visita para conhecer Tool. A primeira vez que tomei conhecimento de Tool foi com os videos da " Prison Sex "e "Sober", fazia-me lembrar muitas vezes Rollin Band, mas este conhecimento pela banda nao foi de forma imediata.Mas a curiosidade mantinha-se, talvez mesmo para um dia mais tarde... Nessa altura os meus gostos estavam muito agarrados ao Grunge. O legado Tool tomou conta de mim quando Ænima é apresentado no mercado. Primeiro foi os videoclips que sao excentricos, abismais, e verdadeiras obras-primas autenticas. Que eu ate posso dizer verdadeiras curtas metragens de ficção cientifica/drama.   Ænima foi o ponto de partida para voltar a interessar no progressivo/psicadelico.  Eu só tinha conhecimento msm da musica dos Tool e qd era o meu trabalho de pesquisa era muito raro encontrar algo a falar deles. Pelo facto dos próprios elementos ter "fobia" a comunicação social, ou entao era uma forma marketerizada pelos próprios. O   Ænima foi um álbum que explorei todas as vertentes do album ate mesmo as lyrics que nao se encontravam no booklet do cd. Existia muitas mensagens subliminares que eu queria entender, aquelas mensagens que fluíam através dos sons que o resto da banda transmitia. Por muito que a musica em si fosse bastante negra e excessivamente carregada de sons muito pesados, as palavras de Maynard sempre foram problemas existenciais, duvidas de um ser humano, perguntas sem resposta... um mundo que ele próprio vivia e desta forma oferecia ao mundo. Na minha opiniao a descoberta de Ænima está muito acima de todas as outras descobertas que possa ter feito. A exploração do stoner/space rock do indie ao progressivo e ate msm o psicadelico tudo isto se encontra neste álbum. Carregado q.b por ambientes bastante negros, tal como os videoclips indicam. Nao é o album que indentifo mais, mas é o album que me transportou para tudo o resto no mundo Tool. Um album tao grande, que nunca + teria um sucessor, algo que inquietava de como aparece uma banda assim e nao dá noticias... Entao recuei no tempo e fui em busca dos registos anteriores como o Opiate (EP) e o Undertow. Esta fase inicial de Tool para dizer a verdade nao me trouxe nada de novo, mas o Undertow já iniciava em elevada ascensão o verdadeiro enigma Tool.  Inicialmente o som de Tool era muito caracterizado pelo trash alternativo algo que podia nao estar ultrapassado mas que ja nao era novidade para os meus ouvidos, isto claro falando de Opiate. Com Undertow o universo Tool começa a tomar uma forma e características diferentes, videoclips de Sober e Prison Sex tornam Tool uma verdadeira banda de culto, e os sons progressivos começam a desempenhar funçoes muito mediaticas nas composições musicais. Em parte gosto muito das duas musicas que mencionei e tb valorizo a Intolerance e a Bottom  que tem a participação de Henry Rollins, Swamp Song e Disgustipated também fazem parte das minhas favoritas. Tenho muitas amizades que se indentificam-se mais com Undertow do que Aenima. O que é perfeitamente normal.

Tool nasceu em meados de 1990, Los Angeles,  projecto formado por Maynard James Keenan (vocals) e Adam Jones (guitar), conheceram-se na escola e verificavam que tinham algo em comum no entanto formaram o seu proprio projecto. O local onde eram os primeiros ensaios foram num espaço que pertencia a Danny Carey (drums).  Danny e Maynard, já eram conhecidos e amigos, mas Danny já tinha o seu projecto com Tom Morello. Reza a historia que Tom Morello (RATM) ainda fez parte da formação inicial de Tool. Para tal Maynard contribui no album inicial de RATM na musica Know Your Enemy. Mas Danny Carey acabou por ficar nos Tool. Para acabar com a formação apareceu Paul D´Amour (baixo). Tanto o Paul como o Adam eram na altura já uns cromos de cinema, trabalhavam em produções cinematograficas, neste ponto de vista entendia a forma magnifica dos videos de Tool. E foi com esta formação que gravam o Opiate e Undertow. No momento da composição de Ænima, Paul D´Amour  decide abandonar os Tool, divergencias musicais foram as razoes indicadas pelo proprio. Na escolha do novo baixista, surgiu o nome de Justin Chancellor que pertencia a uma banda (Peache) que andou em tours com os Tool no periodo Undertow. E desde esse momento ate aos dias de hoje esta é a formação clássica de Tool.

O tempo de celibato que os Tool deram a seguir ao album Aenima, fez que o culto pela banda aumentar as expetactivas do seu proximo registo, nesse espaço de tempo os musicos de Tool eram convocados para outros ambientes, nao muito longe do mundo da musica. Maynard James Keenan volta a gravar com Rage Against the Machine, aparece em dueto com Tori Amos, e contribui tb para um tributo aos Kiss com outros musicos de nome, Tom Morello, Billy Gould (Faith no More). Aceitou no entanto um convite de Billy Howerdel ( ex-rodie Tool e muitas outras bandas) em ser o vocalista da sua banda, A Perfect Circle de seu nome em que gravam um album Mer de Noms, em 2000. Existiu muito sucesso dentro deste projecto, e cada vez mais Maynard era requesitado para outros projectos. Ainda guardado nas profundezas do underground ficaram o registo de um projecto Tapeworm com a participação de Trent Reznor e Danny Lohner dos Nine Inch Nails. Ainda teve tempo para dar um ar da sua graça no White Poney dos Deftones com a musica Passanger. No entanto Danny Carey dedicava-se também a dar contributos musicais e Adam Jones dedicavam-se á setima arte tal como era muito antes de Tool existir, para além de andar com os Melvins na estrada.  A Perfect Circle davam um periodo de descanso, e os Tool voltavam a carga, lançam uma box "Salival" um conjunto dos 5 videos da banda + um cd de musicas ao vivo e algumas raridades entre elas No Quarter dos Led Zeppelin. Esta box foi servida para os Tool voltarem a estrada e entrarem em estudio para gravação do proximo cd.

Lateralus chega a ver a luz do dia em 2001, 5 anos depois de Aenima. Os Tool são uma das bandas que levaram às últimas consequências a fusão da arte com o rock. Embora suas longas composições não se encaixem no modelo pop imposto pelo mainstream, o grupo adquiriu admiradores por todo o mundo. Este álbum fez sem duvida crescer a banda a outros níveis.  Na minha opinião Lateralus é o melhor álbum de Tool. Bebe muita influencia do psicadélico, do progressivo e do visionário. Maynard J. Keenan influenciou-se muito pela religião hindu e foi buscar muitas influencias filosóficas nos seus textos. Musicalmente, nem eu próprio consigo descrever o que é Lateralus para mim, mas aproxima-se bastante na perfeição. Musicas que ultrapassam os os 7 a 10 minutos carregados de enigmas e mistérios e apelam ao ouvinte a uma viagem alucinante ao verdadeiro ser humano. Liricamente e vocalmente, Maynard estava no seu melhor.  No aspecto visual ficou Schism e a verdadeira obra de arte cinematográfica de Parabol e Parabola .  Foi nesta altura que vejo Tool pela primeira vez ao vivo, Estadio do Restelo em 2002. Em certo ponto, graças a Deus que o Ozzy teve aquela diarreia mental em querer cantar para a rainha de Inglaterra. Por este motivo, ate a data tinha acabado de ver o melhor concerto que me passou na minha vida. Tool ao vivo é algo que nao tem explicação verbal, é algo que prende um fã do inicio ao fim, é algo que nunca queremos que acabe... Sao tantas as perguntas sem resposta, tantos enigmas e misterios que a maquina Tool coloca num espectaculo que 2 horas parecem sempre pouco para quem sai de queixo caido. Esta experiencia repete-se em 2006 no SBSR e no Pavilhao Atlantico. No SBSR, os Tool já tinham na calha um album novo para promover, mas neste concerto foi um best of, ficando no ar a promessa de regressarem em grande para apresentar album novo. O que aconteceu, foi um brilhante e arrepiante concerto no Pavilhao Atlantico mesmo perto do final de 2006. Tool numa sala fechada é como entrarmos num labirinto e nao querer sair.

Antes dos concertos de 2006, Maynard J. Keenam tinha voltado a gravar mais um album com A Perfect Circle, Thirteenth Step (2003) ja com uma formação renovada, adorei a prestação de Twiggy Ramirez (Marilyn Manson) e James Iha (ex-Smashing Pumpkins). Este era uma perola de musicas que ultrapassava o quanto foi genial a primeira experiencia com A Perfect Circle. Este album trouxe a banda a uma visita ao Coliseu em Lisboa. Este concerto está na lista dos 5 melhores que assisti dentro daquele recinto... Estava mesmo pertinho da banda e tudo era perfeito... E pela primeira vez, vi a cara de Maynard ao vivo.  2003, um projecto pessoal de Maynard ganha vida Puscifer, aparentemente o cartao de visita aparece numa banda sonora com uma cover de David Bowie. Ainda em 2004, A Perfect Circle fazem o seu  album de covers e remisturas de temas conhecidos deles.  E também lançam um DVD dos videos de A Perfect Circle. Adoro o video Counting Bodies Like Sheep To The Rhythm Of The War Drums, por ter uma  mensagem muito obvia. Mas claro, os enigmaticos videos Blue e The Noose estao também nos meus preferidos. O projecto Puscifer começava a ter pernas para andar... mas muito afastado de A Perfect Circle e Tool.

O capitulo final da discografia Tool, ate a data foi em 2006 com o nome 10000 days, o que equivale a 27/28 anos da vida de uma pessoa, nessa altura era a minha idade, lol... Mas que nada tem haver, claro! 10000 days foram segundo Maynard os dias que sua mae teve que enfrentar a sua doença ate ao dia da sua morte. Este foi um album que tive que o ouvir muitas vezes para conseguir aceitar  o album como foi com Aenima e Lateralus, digo isto porque por muitas vezes que o ouvia os dois ultimos albuns estavam assombradamente relacionados com 10000 days. A musica inicial  Vicarious tem muitas semalhanças a Schism, sem duvida e toda a atmosfera do album esta agregado a Aenima. Mas hoje em dia tenho uma visao mais positiva e construtiva deste album. 10000 days nao deixa de ser um trabalho autobiografico dos proprios elementos, nao deixa de ser um álbum original cheio de surpresas com riffs bastantes carregados e alongados como era de se esperar.  O progressivo estava a dominar praticamente o album do inicio ao fim. O que me fazia questionar, "Como será possível tantos riffs uma percursao deste tamanho fazer estas musicas!" . As mensagens já tinham um carisma muito mais social e interventivo. Na minha opinião Maynard soube inverter o papel das incognitas e misterios que nos habituou anteriormente e ser mais realista consigo e com o publico. Gostei bastante da criação do video "The Pot", fugiram dos ambientes de ficção cientifica e abraçaram o termo que Maynard já nos tinha habituado nos videos de A Perfect Circle. Os restantes videos do 10000 days, Vicarious e Jambi recuperavam o que Tool metamorfosicamente se tornaram. 

Puscifer, projecto pessoal do proprio Maynard deixa o underground e começa a ser divulgado como se fosse um projecto serio. Esta experiencia faz-me lembrar muitas outras como o Mike Patton também se envolve. A mistura de vários estilos musicais, com samples, loops a mistura, mas pouco se ouve a voz de Maynard. Curioso! Mas não  tanto como foi Tool e até mesmo os A Perfect Circle. Recentemente, Maynard J. Keenan encontra-se no seu projecto de vinicultura, algo ainda mais pessoal e fora dos palcos e mediatismos... Pelas noticias o proprio Maynard já é um empresário de sucesso. Tem feito um tour Norte Americana com o um documentário a falar de vinhos. Essa tour tem o nome de "Blood Into Wine". No entanto, segundo o Maynard 2011 irá trazer novas novidades nos mundos misteriosos de Tool e A Perfect Circle. Já se trabalha nos dois novos álbuns... será que vão andar as duas bandas juntam numa Tour mundial. Ficaremos então para ver e ouvir então essas novas novidades... Ate lá... I sure could use a vacation from this...

Artigo escrito por spoonman Domingo, 13 de Junho de 2010 às 20:08 (15 comentários )
Artistas de A a Z    ¤   Tool
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Re: A Metaforfose da Ferramenta
por: zerochance | siga este autor | enviar mensagem privada Segunda, 14 de Junho de 2010 às 11:39, 2 pontos
Cum catano, destes artigos é que dá gosto ler!

Tool... esses malucos que só lançam cd's de 5 em 5 anos, que têm tempo livre demais para conseguir meter as letras com as sílabas na sequencia do fibonacci como fizeram com a Lateralus... que fazem vídeos que ninguém percebe ponta... que usam e abusam da paciência da malta com as composições complexas e com as letras abstractas...

Ainda me lembro de ver o video da sober e curtir milhoes a musica. E de arranjar o Undertow e demorar meses até conseguir ouvir mais que 5 musicas sem adormecer. É daquelas coisas difíceis de ouvir, é preciso muito tempo, e aqui se nota quando uma banda está muito à frente...

mas esperei, fui "patient" e fui descobrindo aos poucos o undertow, o aenima, o lateralus e o 10 000 days.

Não é música para se ouvir no carro ou enquanto se faz outra coisa qualquer, e é preciso estar no estado de espírito certo, mas é uma viagem sem necessidade de substâncias.

O mais incrivel é que eles individualmente não são grandes músicos. Tirando o Danny Carey, ele é um animal. De resto, Maynard tem uma excelente voz e o Jones saca riffs bacanos mas nada de transcendental. Só que a fusão desses riffs, com a bateria genial do carey, as letras do maynard e a voz, e as linhas de baixo do justin dá uma combinação genial.

Enfim, é música para pretensiosos e nerds. E digo isto no bom sentido, se bem que alguns fãs de tool me irritam um bocado.

Diz que o próximo está previsto só para o ano. 5 anos depois do último, para variar...
Re: A Metaforfose da Ferramenta
por: porcoespinho | siga este autor | enviar mensagem privada Segunda, 14 de Junho de 2010 às 13:24, 1 ponto
Grande malha amigo Spoon!!! Tool...um caso de estudo que baralha todas as «regras» do sucesso e o que fazer para se chegar a nº1 no top Americano! lol, eles fizeram-no com o «lateralus». Só os vi ao vivo uma vez, no Ozzfest, e foi uma grande experiência musical e visual. Conheci-os na altura do «Aenima» e digo-te que as colunas saltavam com o ataque inicial da Stinkfist!!!! pode parecer descabido, mas comparo-os muito aos Zeppelin, pois as músicas deles parecem, sei lá...monumentos! e também aos Pink Floyd, por aquele «deixar respirar» as notas. Sobretudo, além da música do outro planeta, a componente vídeo é espectacular e «difícil» de entranhar e então, no que toca á gestão de imagem, os Tool sabem bem como fazê-lo. Adoro a voz do Maynard, o trabalho de guitarra, mas...aquela secção rítmica é mesmo do ca^*lho (ups)! perdi-os no SBSR pois tive de ir embora logo a seguir ao show dos Alice in Chains, mas espero voltar a ve-los na próxima! Abraço Spoon!
Re: A Metaforfose da Ferramenta
por: BaSsMaN_GeeKz | siga este autor | enviar mensagem privada Segunda, 14 de Junho de 2010 às 14:24, 1 ponto
Um pequeno reparo, essa vídeo da Pot é fan made, não é do Adam Jones.

Tirando isso, muito bom artigo. Nunca é demais falar sobre Tool, ainda por cima tão bem como falaste.

Espanta-me só num post que exorta tanto o Ænima, não mencionares o que eu julgo ser a razão da existência desse álbum: Bill Hicks. Se não o conheces, por favor, explora o homem. Vais perceber o porquê de o Ænima ser o que é e de os Tool terem feito uma dedicatória tão elaborada a este senhor.

De resto, odeio-te por teres visto Tool no Toolfest. xD
Re: A Metaforfose da Ferramenta
por: zoejane | siga este autor | enviar mensagem privada Segunda, 14 de Junho de 2010 às 14:25, 1 ponto
Eu morro se os Tool e os APC fizerem uma tour em conjunto e vierem a portugal, é certinho que morro de felicidade depois de assistir a uma coisa dessas! Julguei que os APC tivessem acabado, afinal vão lançar album novo ao mesmo tempo que Tool, melhor só sonhando!

São duas bandas que me dizem muito, mas muito mesmo! Conheci ambas por volta de 2004, APC com Weak and Powerless e Tool com Parabola. Em 2006 estive no SBSR mas no dia anterior, infelizmente tinha apenas 17 anos e não tinha companhia para ir no dia seguinte. Perdi uma das melhores bandas da minha vida, que voltei a perder no mesmo ano quando vieram ao PA.

Nessa altura ainda não sabia que as duas bandas estavam relacionadas, depois acabei por descobrir muito mais.

Não posso descrever melhor o som de Tool, apenas o tipo de som que me transforma e me transporta para outra dimensão, não sei explicar.
Espero mesmo poder vê-los ao vivo algum dia, será das coisas mais inesquecíveis da minha vida.

Hoje morro de ataque cardíaco neste forum! Tu e o porcoespinho tocaram-me bem no fundo da minha alma músical, foram buscar musicalidades que me dizem bastante e as quais aprecio imenso!
Continua com os bons artigos! \m/
Re: A Metaforfose da Ferramenta
por: Zé Mau | siga este autor | enviar mensagem privada Segunda, 14 de Junho de 2010 às 21:26, 1 ponto
Vais fazer uma tese sobre Tool?

A sério. Não li o texto, quando tiver tempo leio. Mas o melhor mesmo era dizeres quando e onde é a apresentação da tese para eu ir assistir.
Re: A Metaforfose da Ferramenta
por: MICB | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 15 de Junho de 2010 às 0:38, 1 ponto
Olá spoonman!

Nunca tinha ouvido uma música dos Tool... até hoje, enquanto lia o teu artigo. E, digo-te, que fiquei curiosa em relação a esta banda. A música que aqui deixaste é mesmo muito boa! Vou pesquisar mais músicas deles. Obrigada e parabéns pelo artigo... está mesmo muito bom! ;)
mbdm
por: MMM | siga este autor | enviar mensagem privada Quinta, 7 de Junho de 2012 às 12:01, 1 ponto
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