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Moby é o mais reconhecido artista de música electrónica a nível mundial, com uma componente extremamente instrumental: os seus concertos são algo de espetacular em que há lugar para guitarras, baixo, piano, violinos, mesa de mistura, bateria, coro feminino, trompetes e outros instrumentos de sopro, vozes femininas que cantam grande parte dos temas, enfim, é uma complexidade instrumental que rege sempre pela simplicidade, daí se vêm singles conhecidos por todos, tais como Why does My Heart Feel So Bad?, Porcelain, Natural Blues, Machete, Bodyrock, Honey (isto tudo do álbum Play, o único álbum em toda a história em que todas as faixas foram utilizadas em filmes, anúncios publicitários e etc.). Depois do resto há In This World, In my Heart, Sunday (the day Before my birthday) (uma música dedicada à tragédia do 11/9, clarificando ser a sua data de aniversário), We are all Made of Stars, e numa etapa mais recente temos Lift me Up (todos conhecem...), Slipping Away, Love Should (já foi tema de um anúncio da Super Bock há uns tempos), Alice, Disco Lies, The Stars e Last Night. Os seus videoclips são também reconhecidos pelo seu valor artístico, e pela mensagem que querem passar; são exemplos primos de causar vítimas de emocionalismo. Os hits referidos acima são todos, curiosamente, após o breaktrough do artista, o multi-platinado Play (que foi posicionado em #342 na lista dos 500 melhores álbums de sempre da Rolling Stone), com excepção de Go, que tembém se encontra no The Very Best Of Moby, saído em 2006, numa versão modificada. Moby tem ainda uma extensa carreira pré-Play, que é muito pouco conhecida, onde predominava o Techno puro, música com alguma componente orquestral e adequada a filmes, como I Like To Score, e ainda com um álbum de Punk Rock intitulado Animal Rights; apenas para citar alguns.
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