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Os Dazkarieh iniciam a sua carreira em 1999 partindo da ideia de criar música tendo como inspiração várias culturas do mundo. Cedo cresceram, tornando-se num dos mais activos e originais projectos da música portuguesa, ao aliarem instrumentos de várias proveniências (Gaita de Foles Galega, Acordeão, Flauta Transversal, Tin Whistles Irlandeses, Percussão Africana, Percussão Árabe, Baixo e Guitarra) e vocalizações numa língua imaginária, criada pelo próprio grupo, com o objectivo de tratarem a voz como um instrumento autónomo e equiparável aos outros. Com uma grande formação entre os 7 e os 10 elementos trabalharam durante 5 anos, conseguindo um estatuto de banda de culto, esgotando salas e fazendo lançamentos de cd’s em lugares de alguma forma míticos (Convento do Carmo e Mosteiro dos Jerónimos).
O primeiro álbum discográfico foi editado em 2002 pelo próprio grupo e cedo esgotou a edição de 2000 exemplares, mantendo-se esgotada até à reedição em 2007 pela HeptaTrad. Sucederam-se os concertos um pouco por todo o país e a captação de novos públicos o que lhes permitiu sempre boas referências na comunicação social. A primeira transformação no grupo dá-se em 2003, com mudança de formação e subsequente mudança ao nível musical. Torna-se mais ambicioso, tocando mais estilos musicais, ampliando os instrumentos usados e gravando um álbum discográfico em 2004 que conheceu 2 edições distintas. Uma primeira, que teve uma distribuição inicial com o Jornal BLITZ de 5000 exemplares e uma segunda de luxo em caixa de madeira de 1000 exemplares, editada pelo grupo, e esgotada imediatamente. Acrescente-se que neste 2º Álbum, o grupo arrisca pela primeira vez as canções em Português, convidando para isso o escritor TIAGO TORRES DA SILVA (Né Ladeiras, Chico César, Ney Mattogrosso) autor da maioria dos poemas em Português. 2004 marca também o fim da 2ª formação dos Dazkarieh e do seu número alargado de músicos. No ano seguinte o grupo reduz-se a 4 elementos, mais uma vez a busca de outros sons leva a um realinhamento. Agora mais centrado na música europeia e numa tentativa de recriação original de temas tradicionais Portugueses. Assiste-se, com esta formação, a uma experimentação sem limites que acabou por conduzir ao som inconfundível do grupo hoje em dia. 2005 é marcado pela edição de uma compilação inédita e exclusiva para a editora livreira GAILIVRO que teve uma tiragem de 33.000 exemplares, esgotados pouco tempo depois e que acompanhavam o livro ELDEST de CHRISTOPHER PAOLINI. Esta edição granjeou ao grupo o reconhecimento público que até então lhes tinha escapado e, sobretudo, a conquista de um público mais jovem. Registe-se que pela primeira vez, o grupo faz 50 concertos no mesmo ano. O Ano de 2006 marca o lançamento do 3º Álbum de originais e o começo da internacionalização do grupo com concertos em ESPANHA e CANADÁ (no Festival de Verão do Québec, um dos maiores da América do Norte). Esta internacionalização, tida agora como o grande objectivo do grupo, leva-os em 2007 a várias paragens do mundo. No mesmo ano os Dazkarieh viajam por festivais e salas do MÉXICO, CABO VERDE, ESPANHA, POLÓNIA, ALEMANHA, REPÚBLICA CHECA, ÁUSTRIA e ESTÓNIA. Mais uma vez, o grupo regista mais de 50 concertos no mesmo ano, marca bastante assinalável no panorama da música World. O seu último trabalho discográfico (Incógnita Alquimia), consegue distribuição física no Reino Unido, Alemanha e Polónia e distribuição digital em todo o mundo, nas principais plataformas. É de referir que os anos de 2006 e 2007 marcam a passagem do grupo pelos maiores festivais nacionais: FESTIVAL MÚSICAS DO MUNDO DE SINES, FESTIVAL SONS EM TRÂNSITO em Aveiro, FESTIVAL MED em Loulé, FESTIVAL INTERCÉLTICO DE SENDIM, FESTIVAL RAÍZES DO ATLÂNTICO no Funchal e FESTIVAL SONS DO ATLÂNTICO em Lagoa. 2008 marca a consolidação dos Dazkarieh como banda eminentemente internacional, dando mais espectáculos no estrangeiro que em Portugal.
É sem dúvida o ano Alemão, onde fizeram uma digressão de 15 datas.
Actuaram também na BÉLGICA, POLÓNIA e SUÍÇA. E foram nome
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