Os
Amor Electro
são uma das mais recentes bandas portuguesas e, ao primeiro disco, "
Cai o Carmo e a Trindade
", apresentado a 25 de Abril de 2011, tem-se mantido nos tops de vendas com o álbum que se divide entre versões e originais e tudo porque a editora Arthouse, do grupo Valentim de Carvalho, lhes estendeu um convite premente e irrecusável quando ainda eram CatWalk, uma banda do circuito de versões. Da formação da banda às técnicas de pré-produção com recurso ao software Reason, passando pelo trabalho em estúdio, eis o Semi-frio agridoce mais badalado da recente música portuguesa.
A história do grupo remonta há dez anos, quando três dos cinco elementos - Marisa Liz, Tiago Pais Dias e Ricardo Vasconcelos - se conheceram quando estudavam na EPMA (escola profissional de musica de Almada), na Sobreda. Entretanto, Tiago conheceu o baixista Rui Rechena, mas foi com Ricardo (teclas) que desde logo formou algumas bandas, como os Room 74.
No entanto, após a EPMA e alguns projectos, seguiram caminhos musicais distintos até há 3 anos, quando Marisa ficou grávida e abandonou os Donna Maria. Iniciaram os Catwalk a quatro, uma banda de versões espalhando a sua magia de fusão até que suscitaram o interesse da editora Arthouse
"Convidaram-nos quase de olhos fechados para gravar um disco, incluindo versões. Não nos exigiram nada; deram-nos carta branca. Até podíamos ter feito um disco de heavy metal!"
admite a vocalista Marisa
O nome da banda surgiu na cabeça da vocalista no momento em que se aperceberam que o projecto ia para a frente sob a asa de uma editora,
"Queriamos um nome que definisse o nosso som, um nome que desse uma visão daquilo que seria, e há muito que eu queria ter o nome AMOR, que é forte, parecido em várias línguas, alem de que é uma palavra definidora até do inicio da nossa junção. Depois acrescentamos o ELECTRO da parte electrónica e das máquinas, que dão um ar mais frio à parte romântica e sentimental das canções e das letras. É um semi-frio, portanto."
, resume Marisa.