A banda é formada por Pete Townshend (guitarra), Roger Daltrey (vocais), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (bateria).
O seu primeiro sucesso foi "I Can't Explain" lançado em 1965, seguido de "Anyway, Anyhow, Anywhere".
Nesse mesmo ano lançaram o primeiro album "My Generation", título de uma música emblemática da banda.
Seguiram-se vários êxitos, como "The Kids Are Alrigth", "Substitute", "I'm A Boy", "Happy Jack", "Pictures Of Lilly" e "I Can See For Miles".
O principal mentor da banda, Pete Townshend, apesar do êxito que alcançaram, queria fazer algo mais conceptual e em 1966 lançaram "A Quick One, While He's Away", em que produziram uma mini-ópera, algo inédito naquela altura.
Seguidamente veio "The Who Sell Out" em 1967, também um album conceptual que pretendeu simular a transmissão de uma estação de rádio pirata.
Entretanto os ensinamentos de Meher Baba passam a ter influência nas canções de Pete Townshend e em 1969 é lançada aquela que viria a ser a primeira ópera-rock da industria musical - "Tommy", que foi um êxito colossal.
Depois de "Tommy", Townshend tentou fazer algo ainda mais arrojado, um projecto interactivo e conceptual, mas "Lifehouse" acabaria por ser abandonado, dando origem a "Who's Next", muito aclamado pela critica e pelo público.
Antes deste último registo, The Who lançaram "Live At Leeds", o seu primeiro album ao vivo que é considerado por muitos, o melhor disco ao vivo da história do rock.
Em 1973 foi editado "Quadrophenia", uma nova ópera-rock, baseada na história de um adolescente mod chamado Jimmy e a sua luta interior e por um lugar na sociedade. Assim como "Tommy" também "Quadrophenia" seria transposto para o cinema.
Em 1978 a banda lançou "Who Are You" com a música título, baseda numa conversa de Townshend com elementos dos Sex Pistols a ser um sucesso assinalável.
Dá-se pouco depois, o trágico desaparecimento de Keith Moon, ao que parece devido a uma overdose acidental de um medicamento contra o alcoolismo.
Após este acontecimento, a banda pensou em separar-se, embora ainda tenham editado dois albuns sem grande história, "Face Dances" de 1981 e "It's Hard" de 1982, acabando por terminar nesse mesmo ano de 1982, com uma digressão de despedida, entretanto com Kenney Jones a ocupar o lugar de Keith Moon na bateria.
Em 1985 a banda participou no Live Aid, sendo a sua actuação uma das mais aplaudidas daquele evento.
Em 2006 lançaram "Endless Wire", o seu último album de originais em muitos anos e que a revista norte-americana Rolling Stone, considerou o seu melhor trabalho desde "Quadrophenia", ao qual se segiu uma digressão pela Europa e América do Norte.
Em 2009 tocaram no intervalo do Super Bowl e em 2012 foram a banda que fechou a cerimónia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres.
Nesse mesmo ano lançam uma digressão, pela América do Norte e que se prolongará pela Europa, baseada em "Quadrophenia" mais alguns dos seus principais êxitos.