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O núcleo dos In Flames apareceu em Gotemburgo, na Suécia, em 1990. Ainda sem um nome definitivo, a banda mudou o seu line-up algumas vezes e em agosto de 1993 gravou as primeiras músicas. Foram três canções (In Flames, Upon an Oaken Throne e Clad in Shadows) gravadas nos Studio Fredman, e que fizeram parte de um disco promocional chamado Promo’93. Logo depois, a editora sueca Wrong Again Records acreditou que a banda prometia, e, ainda em 1993, assinaram contrato. Assim, em dezembro de 1993, os In Flames voltaram ao Studio Fredman para gravar o seu primeiro álbum. O resultado foi o disco Lunar Strain, lançado em agosto de 1994. O line-up da banda era: Jesper Stromblad (guitarras e bateria), Johan Larsson (baixo), Carl Naslund (guitarra), Mikael Stanne (vocalista) e Glenn Ljungstrom (guitarra). O disco possui 10 excelentes músicas (entre elas, estão aquelas gravadas para o disco Promo’93). Ficam claras algumas influências clássicas – como o heavy metal e o folk (estilo típico da região) – que deu ao trabalho um toque especial. Em dezembro de 1994 a banda grava mais 4 músicas, que foram lançadas mais tarde, em setembro de 1995, num mini álbum chamado Subterranean. Além dessas 4 novas músicas, o disco contém uma outra faixa inédita (gravada posteriormente), totalizando assim 5 músicas. Nesse mesmo ano, sai uma versão japonesa especial de Lunar Strain, contendo algumas das faixas de Subterranen como faixas-bônus. No final de 1995, os In Flames entram em estúdio para gravar seu segundo álbum. A banda já contava com o vocalista Anders Fridén (ex-Dark Tranquility e Ceremonial Oath), que entrara para o lugar de Mikael Stanne (que passou de guitarrista de ritmo para vocalista nos Dark Tranquillity). Com isto, em 1996, é lançado o álbum The Jester Race. É outro excelente trabalho e que é considerado por muitos o album mais importante de sempre na história do Death Metal melódico. Este fez aumentar o prestígio e o número de fãs da banda, e após o lançamento do album, a banda foi em tour ao lado de nomes como Samael, Kreator e Grip Inc. Em outubro de 1997, os In Flames lançam um EP chamado Black-Ash Inheritance. O atrativo principal desse lançamento é o formato do disco, que é diferente dos discos redondos tradicionais. Possuía 3 faixas de estúdio e uma outra gravada ao vivo. Ainda em 1997, a banda volta a estúdio para gravar um novo disco. Lançado em novembro de 1997, Whoracle é considerado por muitos como o melhor álbum de In Flames até hoje, e também o fim de uma era. Logo depois da gravação de Whoracle, Johan Larsson e Glenn Ljungstrom deixam a banda. Em seus lugares, entram Peter Iwers e Niklas Engelin. Com o novo line-up o grupo parte para uma tour de divulgação do novo disco ao lado do Dimmu Borgir (apenas na Europa), e depois vai ao Japão, onde é muito bem recebido. Mas Niklas não fica muito tempo, pois não consegue dividir o seu tempo entre os In Flames e a sua banda original, os Gardenian. Bjorn Gellote, que tocava guitarra e bateria desde o Jester Race, passa a assumir apenas a guitarra, e Daniel Sversson (ex-Sacrilege) é convidado para a bateria. Com este novo line-up coeso, a banda lança em 1999 um novo trabalho, chamado Colony. E foi em suporte deste novo lançamento que a banda fez a sua primeira visita aos EUA em tour. O sucessor de Colony começa a ser preparado pela banda mesmo no final da tour de divulgação deste último disco, e é lançado na metade de 2000. Clayman é bastante elogiado pela imprensa, e os In Flames escrevem definitivamente o seu nome na lista de bandas de metal mais importantes da década de 90. O seu estilo bastante particular continua a arrecadar cada vez mais fãs, sejam estes originalmente fãs de metal extremo ou das vertentes mais acessíveis do metal, inclusive com o seu som agora mais modernizado que começa a atrair fãs de Nu Metal. No final da bem sucedida tour de Clayman, a banda resolveu lançar um álbum ao vivo, Tokyo Showdown. Após dois anos, a banda entrou em estúdio para gravar seu 6º álbum, Reroute To Remain, desta vez com Danie
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