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Reggae made in Brasilia, Brasil
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Biografia
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Era uma vez em Brasília. Alexandre, na época estudante universitário, tinha a música como válvula de escape das suas alegrias e desilusões com a realidade brasileira. Sem pretensões maiores, visto que já estava encaminhado na profissão de analista de sistemas, compunha canções no estilo que mais se sentia a vontade - o reggae. Mais tarde, veio a conhecer Juninho com quem passou a fazer som pelas festinhas em casas e apartamentos da cidade. Essa foi a semente da história. Mas toda semente precisa de ser plantada para crescer. Foi então que Alexandre convidou Luis Mauricio e Bruno Dourado para assumirem o baixo e a e a percussão. Fizeram alguns ensaios com essa formação. Talvez bastasse quatro cabeças se a intenção fosse fazer um reggae tipicamente jamaicano que é e sempre será a referência para qualquer banda de reggae. No entanto, a influência da música brasileira era muito forte nas melodias e harmonias das músicas e a vontade de se fazer um “reggae roots brasileiro” era definitiva. Por isso fez-se necessária a inclusão de mais elementos musicais na banda. Foi quando Izabella Rocha e Kiko Peres foram convidados a assumirem o backing vocal e guitarra solo. A partir daí a banda criaria identidade própria. O próximo passo, natural de qualquer banda do mundo, era gravar uma demo. Foi gravada ainda na época das fitas cassetes. A reprodução era caseira. A aceitação foi impressionante. Quem poderia imaginar que uma banda de reggae revolucionaria a cena local da cidade então conhecida como “capital do rock”. Deram alguns concertos e vislumbrou-se a possibilidade de se gravar um cd. Kiko Peres tinha um amigo da cena musical brasiliense que estava radicado no Rio há algum tempo. Esse amigo trabalhava num grande estúdio carioca e talvez conseguisse um esquema de pagamento por partes da tal gravação. Esse amigo era Tom Capone que acabou por participar numa faixa e posteriormente produziria dois discos da banda, o Verbalize e o Quatro, que contou com Tonho Gebara na guitarra solo. A energia positiva da banda agregava cada vez mais pessoas dispostas a cooperar. O estúdio A.R abriu as portas para o reggae do cerrado. Iniciava-se aí a gravação de um disco que indiscutivelmente marcou a sua geração, NATIVUS. Daí para frente muita coisa aconteceu. Editora, exposição excessiva em televisão, mercenários da música dispostos a ganhar dinheiro em troca do nome Nativus mesmo sem ter nenhuma participação no sucesso do mesmo em todo Brasil, entre outras barbaridades. Isso é nada perto do que realmente faz sentido para a já então NATIRUTS: A aceitação do povo. A aceitação de uma ideologia que supera modismos e que representa uma geração. Visando dar um grande passo na carreira da banda, tomam a decisão de repetir no seu quinto trabalho o modelo que consagrou o seu primeiro disco. O lançamento independente. Agora com recurso próprio para criar uma editora própria, gravar um disco e montar um escritório de produção, confirmam a frase que resume a única bandeira levantada pela banda: LIBERDADE PRA DENTRO DA CABEÇA!!!
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| Informação da banda |
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Forum (Domingo, 5 de Julho de 2009 às 12:38, 6
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Info da página do artista
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Nº de visualizações: 6733
Prestígio: 21
*Última edição por: MRV
*Em: 14/May/2013, 11:38
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