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Esconder a Lagrima... -
Esconder a Lagrima...
Back 2 Bristol
 

Literalmente na minha opiniao este é o artigo mais dificil de fazer pelo facto de falar de uma das mais belas bandas do mundo. Recuar novamente a minha "maquina do tempo" e escrever lembranças maravilhosas e arrojadas de musica e mensagens que nunca me pediram permição para entrar na minha vida sem um aviso previo. Nao é segredo que a minha bandeira será sempre o rock e todos os seus derivados, mas para mim nunca fez sentido ignorar o mundo da musica por completo. Logo muito cedo apaixonei-me pelo expermentalismo nao só na area do rock mas principalmente na pop. Sempre fui um curioso na descoberta de novos sons e novas tendencias, no entanto dai nasceu a vontade de inovar os meus conhecimentos. Rewind... Naquela altura o rock gotico e experimental eram as minhas delicias e tinha feito novas descobertas como os Tiamat (Wildhoney), 69 Eyes, Paradise Lost ("Shades of God"), Anathema ("Serenedes", M.A.R.A.V.I.L.H.O.S.O), My Dying Bride ("Turn loose the Swans", o violino destacava-se por ser um instrumento com um som singular "Snow in my Hands" ultrapassa a genialidade)... entre estas bandas apareceu-me os Dead Can Dance, Transvision Vamp,os Enigma e claro Portishead. Para dizer a verdade eram tempos morbidos pelo facto de nao existir barreiras entre o amor e o odio, eram definições que me acompanhavam lado a lado como se fosse um TODO. Enquanto no metal as mensagens tinham como ambiente paisagista o expermentalismo de riffs longos a arrastarem-se com melodias "roubadas" aos genios das decadas anteriores. Na altura o DOOM tinha renascido das cinzas transformando o sons mais geniais do metal. Relativamente aos exemplos anteriores como Dead Can Dance e Enigma, nada tinham haver com o subito aparecimento do Doom, mas conseguiam arranjar espaço para pertencer a este estilo musical como segundas opções. Positivo ou Negativo um Headbanger terá sempre um ponto de vista mais complexo a aceitar outros tipos de musicas pois o metal é universal e nao é feito só de riffs violentos e rapidos, também se embebedam com influencias mais mainstreen. Dai estar sempre embelezado e orgulhoso por o metal ter feito de mim um verdadeiro amante de musica e gastador de rios de dinheiro em cds, vynis, Vhs-s, Dvds...

 

O porquê de estar sempre a mencionar Inglaterra como um ponto de partida de descobertas, é mesmo pelo facto deste país ser o berço de ouro de todos os movimentos musicais. Se em Birmingham nasceu o "heavy metal", Liverpool nasceu a "pop" e Manchester os sons alternativos comandavam todas as elites, Bristol ofereceu o Trip-Hop, musica electronica definida com downbeats misturado com sons de instrumentos convencionais sob um efeito acustico. Um estilo de musica que nao é definido como raiz de algo já que sobrevive de todas as tendencias musicais "roubando" entao sons dentro do progressivo, hip hop, jazz, soul , funk, dub/reggae. O scratch iria ganhar também um vida mais sorridente dentro deste estilo, seria algo que adicionado a musica colocava vozes e ritmos que tornavam o Trip-Hop algo corrosivo, no bom sentido da palavra.

 

No entanto, a descoberta do Trip-Hop foi mesmo derivado aos Massive Attack, mas no mesmo circuito existia uma banda que ainda nos dias de hoje arrepia-me no exterior e interior do meu corpo. Uma banda que explora musicalmente os experimentalismos mais enigmaticos de qualquer banda POP. Se para uns a musica classica é chata, a pop e derivados é para meninos do coro, a voz e palavras ultrapassa todos os horizontes atingidos até a data. Um carrosel de emoções juntos que formam no global uma banda verdadeiramente UNICA e sem sucessores a altura.

Portishead visitaram o meu "mundo" só em 1997, com um album homonimo e com a musica "All Mine" com o video a preto e branco de uma jovem em cima de um palco distante com frames de imagens que faziam lembrar os classicos de cinema dos anos 50 e 60. Tinha sido um cartao de visita avant-garde de todas as descobertas que tinha feito ate altura. Na compra do cd original ao lado de todos os outros mais ligados ao metal era sempre o disco mais requesitado para deliciar os meus apetites musicais. O maior impacto que tive em relação aos Portishead foi a forma como as musicas eram conduzidas pelo facto de ter um cocktail minimal de sons derivados do blues, jazz, electronico, hip hop e classico, mas tudo uma belissima voz tao distante, mas tao distante que o murmúrios das palavras traduzem os sentimentos mais psicologicos de um ser humano em verdadeiras biografias pessoais. Eu sempre tive como opiniao que a musica de Portishead faziam-me lembrar as bandas sonoras de filmes de espionagem ou de acção tipo James Bond (LOL!) Mas o ponto mais alto foi a visita dos Portishead no Sudoeste, primeira visita a solo português com um espectaculo GIGANTESCO/SURREAL onde as lagrimas tornaram-se em energia positiva. Desde então é uma banda que pode visitar Portugal 50000 vezes que irei estar sempre presente nas suas actuações.

 

Portishead nasceram em Bristol no ano de 1991, foi formado pelo multi-instrumentista Geoff Barrow que anteriormente já tinha contribuido com os pioneiros Massive Attack. A origem do nome é derivado a Portishead ser o nome da terra natal de Barrow. Convida para fazer parte deste projecto a SENHORA Beth Gibbons para a voz principal do projecto, e mais outro multi-instrumentista Adrian Utley que era um guitarrista já consectuado na area do Jazz. E assim nasce o TRIO mais maravilhoso e singular da historia da musica.

O primeiro album de Portishead tem a data de 1994 com o nome" Dummy ". Experimental até ao limite destaca-se pela forma simples e genial das musicas como "Sour Times", "Numb", "Roads" e "Glory Box", estas duas ultimas verdadeiros classicos da minha adolescencia. Todo aquele formato de mid-tempo que era composto com um scratch a oferecer uns ruidos maravilhosos no meio de tantos sons electronicos e outros nao, tal como guitarra, baixo e bateria...e claro os uivos distantes de instrumentos classicos em formato "sample" por muito escondidos que estes instrumentos encontraram neste album foram muito importantes para o arranjos finais das musicas. Acordes simples colados com sintetizadores a ruir com batidas lentissimas, lembrando o "click" dos ponteiros dos segundos de um relogio. Se "Blue Line" dos Massive Attack foi a supresa, "Dummy" foi uma pegada gigantesca num solo ainda tao vertil e por descobrir. Com uma apresentação tao forjada com este album, de forma imediata ultrapassa os concorrentes da altura (Massive Attack, Tricky, Pj Harvey, Oasis) e destanca-se como o album do ano e um dos mais influentes da musica POP mundial. Nesta altura, Bristol era conhecida pela capital do Trip-Hop. Este sucesso na altura só foi visionado por mim através de revistas e jornais, mas deixei escapar este lançamento... O grunge era mais forte!!!

 

Só mais tarde em 1997 decidi arriscar e comprei mesmo o album " Portishead ", a meu ver este album esta em pé de igualdade com o primeiro registo, só que tem uma pequena diferença com o "Dummy" o que neste album era samplado ou anexado em formatos digitais para embelezar as musicas, na realidade "Portishead" foi construido com instrumentos verdadeiros. Todos os sons que eram produzidos foram criados de raiz e encaixados nos arranjos finais. Na minha breve opiniao, adoro muito mais o segundo album que o primeiro. Destaco as musicas "Cowboys", "All Mine","Half Day Closing", "Over", "Humming" e "Only You". Literalmente as palavras de Beth ganhavam uns contornos mais pessoais pelo menos ao que tocava a minha pessoa, um adolescente apaixonado aceita muitas das vezes certas e determinadas questões que muita das vezes não se encontra resposta. Mesmo sabendo que as mensagens eram abstratas e nada pessoais no mundo da própria Beth , deu-me a conhecer a verdadeira razão para este encanto todo. Beth Gibbons formou-se em psicologia/sociologia. Este álbum foi o principal impulsionador em colocar em tão pouco tempo os Portishead tornaram-se por mérito próprio uma banda de "Culto" tanto no mainstreen como no underground.

 

Com a promoção do álbum na bagagem, Portishead abraçam um projecto mais forjado e realista a tour nos EUA foi acompanhado por uma banda filarmônica para que os arranjos mais clássicos tivessem um papel mais real nas composições. Desta Tour sai um álbum ao vivo com edição de vídeo de um dos melhores álbuns ao vivo do mundo. Só mesmo quem presenciou aqueles concertos sabe explicar o quanto foi magnífico este projecto. O álbum foi editado no ano a seguir a "Portishead", em 2008. Batizaram o álbum como " Roseland NYC Live" em formato de best-of . Palavras para que??? Uma imagem vale mais que mil palavras, e não vou quero mentir, mas já perdi a conta das vezes que vi aquele concerto, e cada vez que vejo existe sempre algo novo que me escapa nas visualizações anteriores. Se os álbuns foram a forma mais crua e simples de apresentar as suas musicas, este álbum ao vivo ultrapassa mais uma vez a genialidade simplificada do mundo Portishead.

 

E depois deste impacto... veio o hiato de 9 longos anos, no meio ficaram registados o primeiro álbum a solo da Beth com contribuição de Paul Webb, com o nome "Out of Season", e a própria Beth da uns ligeiros contributos a outros artistas destacando os seus créditos com o Rodrigo Leao em "Lonely Carousel" do álbum "Cinema" e também em "Killing Time" do album "Mind, Body & Soul" da MUSA Joss Stone ( és maravilhosa!!!)

 

Com muitos sinais de fumo nos tabloides, em 2007 o nome Portishead volta ao centro das atenções e Gibbons e Barrow dao como certo o regresso de Portishead para breve, mas eu estava assustado e nao magicava como seria possivel gravar um sucessor de "Portishead", será que era possivel?

 

O regresso então foi no ano de 2008, logo no inicio do ano com o álbum. Inicialmente foi colocado o primeiro single "Machine Gun" disponível a para descarregar em mp3. Não foi um single muito bem aceite pela impressa nem pelos fãs, derivado ao som da banda estar muito distante do habitual. Mas mesmo assim não foi motivo para eu não confiar no resto do trabalho. Quando ouvi o álbum todo na integra a minha opiniao modificou-se automaticamente. Portishead tiveram um regresso bastante feliz, comparado com o regresso de Massive Attack, o trio de Bristol estava em vantagem pelo facto de conseguirem camuflar as suas musicas com um experimentalismo muito actual. A nivel literario também tem uma certa igualdade com o "100th Windows" dos Massive Attack, as mensagens politicas são fruto das novas mensagens. O álbum antigiu todos os recordes e foi premiado como um doa melhores álbuns do ano.

Este álbum tem a vertente que "Portishead" ofereceu, ter sido produzido por instrumentos reais, não esquecendo o facto de ter muitos elementos electronicos nas composições. Mas o scratch já não tem um papel adicional nas musicas e numa forma geral este álbum é muito superior aos anteriores, mesmo gostando muito do segundo álbum, o "Third" é magnifico. Para comprovar esta afirmação eu tenho um video de "Third" na integra gravado por varias webcabs que mostram uma sala de ensaios dos próprios e comprova o quanto é supreendente ver e ouvir Portishead.

Em 2009, Portishead lança uma musica para fins de angariação de fundos comunitários para ajudar o terramoto de Haiti, essa musica chama-se "Chase the Tear"

 

Sei que já circulam noticias de um novo álbum de Portishead lá para o ano 2011, cá estarei então a aguardar o seu regresso, até lá.........

Artigo escrito por spoonman Segunda, 19 de Julho de 2010 às 16:20 (25 comentários )
Artistas de A a Z    ¤   Portishead
25 Comentários
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Re: Esconder a Lagrima...
por: six.six.six | siga este autor | enviar mensagem privada Segunda, 19 de Julho de 2010 às 17:43, 2 pontos
Grande artigo e grande banda, em 2008 tive o prazer de ve-los na primeira fila do Coliseu de Lisboa, na altura nao conhecia muito a banda mas após ver aquele grandioso espectaculo mais e tambem após ter ouvido a poderosa/linda voz da Senhora Beth Gibbons neste momento sou fã e so me falta arranjar o ultimo trabalho deles, o 'Third', tou á espera de ver se o acho a um preço bacano.
Re: Esconder a Lagrima...
por: RageAgainst42 | siga este autor | enviar mensagem privada Segunda, 19 de Julho de 2010 às 18:32, 2 pontos
Uma das bandas da minha vida.

Comecei a ouvir Portishead numa altura em que nem sequer estavam no activo, naquela altura nem sabia sequer se algum dia voltariam e para mim seriam possivelmente mais uma banda da qual nunca teria a possibilidade de ver ao vivo ou sequer ouvir um álbum acabado de sair... Felizmente que isto não aconteceu assim!

Eu tenho de confessar, sou um bocado "esquesito" no que a vozes femininas diz respeito (embora cada vez menos) mas a primeira vez que ouvi Portishead a voz da Beth Gibbons foi imediatamente aceite, quase como se nenhuma outra voz fizesse sentido naquela música, acho que muitos dos motivos de gostar da banda os devo a ela.

O álbum "Portishead" foi dos primeiros que comprei, o "Dummy" foi dado, e tenho muito orgulho em tê-los na minha colecção e considero-os clássicos dos tempos modernos. O Tricky pode ser o pai do trip hop, mas é nos Portishead que mais gosto de ouvir o género - sorry Tricky e MA.

Quando estava para sair o álbum "Third" estava com algumas dúvidas de que conseguissem atingir o nível dos anteriores, mesmo que durante o tempo de inactividade da banda tenham continuado a fazer bons trabalhos por conta própria.
Depois de ouvir o disco, foi quase como se não se tivesse passado muito tempo depois do 2º, já não é tão centrado no trip hop, mas tomo isso como o correr natural do tempo e a exploração de novos ambientes. Em suma, só naõ desapontou como foi bastante aclamado tanto pela crítica musical como pelo público.

Agora resta esperar por um novo álbum (após este último fiquei com vontade de ouvir mais) e se possível vê-los num palco por aqui perto...
Re: Esconder a Lagrima...
por: DWilde | siga este autor | enviar mensagem privada Segunda, 19 de Julho de 2010 às 20:51, 2 pontos
Migo, excelente artigo sobre uma banda de que gosto bastante. Gostei muito de ler pois
Portishead é das bandas que gostava de ver ao vivo e ainda não consegui.
Excelente trabalho sobre o percurso da banda.
Já agora o Third é excelente mesmo, lembro-me de o ouvir muito quando saiu. Já não ouço hà um bom tempo por acaso...
E sim, parece que em 2011 virão novidades ;)

Abraço!
Re: Esconder a Lagrima...
por: porcoespinho | siga este autor | enviar mensagem privada Segunda, 19 de Julho de 2010 às 23:29, 2 pontos
Olá Spoon, só agora chego ao teu artigo e o trabalho tem-me impedido de aparecer com mais frequência! A sequência lógica da primeira parte do teu artigo tinha mesmo de ser esta! acompanhei o histórico concerto do Sudoeste em directo via Antena 3 (o não menos histórico da PJ Harvey não deve ser esquecido) e escuso de dizer que tal como os Massive Attack, os Portishead fazem parte das minhas preferências e o video do «Roseland» já passou imensas vezes pelos meus olhos! Fogo, como é que alguém consegue cantar assim, fumando ao mesmo tempo?! Como a obra deles, apesar de excelsa, é curta, não é dificil absorver a sua genialidade, inclusive na incursão a solo da Beth, que é um luxo) Amo aquela «Tom the Model». O novo álbum, foi de certo modo dificil de absorver, mas penso que isso deve-se apenas ao facto de ter ouvido o «Dummy» e o «Portishead» tantas vezes! o «Metralhar» da «Machine Gun» foi o meu cartão de visita ao 3, pelo que fiquei imediatamente entusiasmado! quanto á associação Doom, Dead Can Dance, Enigma...Como já te disse muitas vezes, identifico-me perfeitamente com as tuas ideias musicais, falamos definitivamente a mesma língua! Abraço!
Re: Esconder a Lagrima...
por: cartola | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 20 de Julho de 2010 às 12:46, 2 pontos
Dos melhores artigos que já vi por aqui, senão o melhor.
Adoro Portishead, conheci-os quando tinha uns 14 anos, quando descobri entre os cds do meu irmão o Dumy. Melhor adjectivo não podias ter arranjado, uma das bandas mais belas do mundo.
Cumps
Re: Esconder a Lagrima...
por: gaita_de_beios | siga este autor | enviar mensagem privada Segunda, 19 de Julho de 2010 às 21:45, 1 ponto
Bom artigo spoon! Parabéns!

Olha se não estou em erro, apesar de gostar do que ouvi deste álbum, acho que teve criticas negativas da imprensa.
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